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	<title>Paulo Reina Blog</title>
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	<description>Um blog feito para levar você aos pés de Cristo.</description>
	<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 20:08:04 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Nisto Cremos - AS 28 DOUTRINAS DA IASD</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 20:08:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Doutrinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Eram, 27doutrinas, a nova crença fundamental foi aprovada em 04 de julho de 2005, na 58ª Assembléia da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia › ver matéria no tópico n°11
01 - As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eram, 27doutrinas, a nova crença fundamental foi aprovada em 04 de julho de 2005, na 58ª Assembléia da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia › ver matéria no tópico n°11</p>
<p><strong>01 - As Escrituras Sagradas<br />
</strong><br />
As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus em História.<br />
<strong>› Razões bíblicas: 2 Pedro 1:20, 21; 2 Timóteo 3:16, 17; Salmos 119:105; Provérbios 30:5, 6; Isaias 8:20; João 17:17; 1 Tessalonicenses 2:13; Hebreus 4:12<br />
</strong><br />
<strong>02 - A Trindade</strong> </p>
<p>Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Deuteronômio 6:4; Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:14; Efésios 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Timóteo 1:17; Apocalipse 14:7<br />
</strong><br />
<strong>03 - Deus Pai</strong> </p>
<p>Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Gênesis 1:1; Apocalipse 4:11; 1 Coríntios 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Timóteo 1:17; Êxodo 34:6, 7; João 14:9<br />
</strong><br />
<strong>04 - Deus Filho</strong></p>
<p>Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.<br />
<strong>Razões bíblicas: João 1:1-3, 14; Colossenses 1:15-19; João 10:30; 14:9; Romanos 6:23; 2 Coríntios 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filipenses 2:5-11; Hebreus 2:9-18; 1 Coríntios 15:3, 4; Hebreus 8:1, 2; João 14:1-3 </strong></p>
<p><strong>05 - Deus Espírito Santo</strong></p>
<p>Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e trasnformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Gênesis 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Coríntios 3:18; Efésios 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13<br />
</strong><br />
<strong>06 - A Criação</strong> </p>
<p>Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora.&#8221;Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra&#8221; e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era &#8220;muito bom&#8221;, proclamando a glória de Deus.<br />
<strong>Razões bíblicas: Gênesis 1; 2; Êxodo 20:8-11; Salmos 19:1-6; 33:6, 9; 104; Hebreus 11:3<br />
</strong><br />
<strong>07 - A Natureza do Homem </strong></p>
<p>O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Gênesis 1:26-28; 2:7; Salmos 8:4-8: Atos 17:24-28; Gênesis 3; Salmos 51:5; Romanos 5:12-17; II Coríntios 5:19 e 20</strong> </p>
<p><strong>08 - O Grande Conflito<br />
</strong><br />
Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Apocalipse 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezequiel 28:12-18; Gênesis 6-8; II Ped. 3:6; Romanos 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Hebreus 1:4-14; I Coríntios 4:9<br />
</strong><br />
<strong>09 - Vida, Morte e Ressurreição de Cristo<br />
</strong><br />
Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.<br />
<strong>› Razões bíblicas: João 3:16; Isaías 53; II Coríntios 5:14, 15 e 19-21; Romanos 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filipenses 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Colossenses 2:15<br />
</strong><br />
<strong>10 - A Experiência da Salvação<br />
</strong><br />
Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Salmos 27:1; Isaías 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Coríntios 5:17-21: Gálatas 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Romanos 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Coríntios 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efésios 2:5-10; 3:16-19; Gálatas 3:26; João 3:3-8; Mateus 18:3; I Pedro 1:23, 2:21; Hebreus. 8:7-12<br />
</strong><br />
<strong>11 - Crescimento em Cristo<br />
</strong><br />
nova crença fundamental aprovada em 04 de julho de 2005, na 58ª Assembléia da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. </p>
<p>Pela sua morte na cruz Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele subjugou os espíritos de demônios durante o Seu ministério terrestre e quebrou o seu poder e tornou certo o seu destino final. A vitória de Jesus dá-nos vitória sobre as forças do mal que continuam procurando controlar-nos, enquanto nós caminhamos com Ele em paz, alegria, e a garantia do Seu amor.<br />
Agora o Espírito Santo mora conosco e nos dá poder. Continuamente comprometidos com Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos livres do fardo dos nossos feitos passados. Não mais vivemos na escuridão, com medo dos poderes do mal, ignorância, e a falta de sentido de nosso antigo estilo de vida. Nessa nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer na semelhança de Seu caráter, comungando com Ele diariamente em oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nisso e em Sua providência, cantando Seus louvores, reunindo-nos juntos em adoração, e participando na missão da Igreja. Na medida em que nos entregamos ao serviço de amor àqueles ao nosso redor e ao testemunho da Sua salvação, Sua constante presença conosco através do Espírito transforma cada momento e toda tarefa numa experiência espiritual.<br />
<strong>Razões bíblicas: Salmos 1:1, 2; 23:4; 77:11, 12; Colossenses 1:13, 14; 2:6, 14, 15; Lucas 10:17-20; Efésios 5:19, 20; 6:12-18; I Tessalonicenses 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Corintios 3:17, 18; Filipenses. 3:7-14; I Tessalonicenses 5:16-18; Mateus 20:25-28; João 20:21; Gálatas 5:22-25; Romanos 8:38, 39; I João 4:4; Hebreus 10:25.<br />
</strong><br />
<strong>12 - A Igreja<br />
</strong><br />
A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo com Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavras escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa, sem defeito.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Gênesis 12:3; Atos 7:38; Mateus 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Romanos 8:15-17; I Coríntios 12:13-27; Efésios 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15<br />
</strong><br />
<strong>13 - O Remanescente e Sua Missão<br />
</strong><br />
A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial.<br />
<strong>Razões bíblicas: Marcos 16:15; Mateus 28:18-20; 24:14; II Coríntios 5:10; Apocalipse 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efésios 5:22-27; Apocalipse 21:1-14 |<br />
</strong><br />
<strong>14 - Unidade no Corpo de Cristo<br />
</strong><br />
A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.<br />
<strong>Razões bíblicas: Salmos 133:1; I Coríntios 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Coríntios 5:16 e 17; Gálatas 3:27-29; Colossenses 3:10-15; Efésios 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1<br />
</strong><br />
<strong>15 - O Batismo </strong></p>
<p>Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.<br />
<strong>Razões bíblicas: Mateus 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Romanos 6:1-6: Gálatas 3:27; I Coríntios 12:13; Colossenses 2:21 e 13; I Pedro 3:21<br />
</strong><br />
<strong>16 - A Ceia do Senhor<br />
</strong><br />
A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos.<br />
<strong>Razões bíblicas: Mateus 26:17-30; I Coríntios 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apocalipse 3:20; João 13:1-17<br />
</strong><br />
<strong>17 - Dons e Ministérios Espirituais</strong> </p>
<p>Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, a cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pela Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a Igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Romanos 12:4-8; I Coríntios 12:9-11, 27 e 28; Efésios 4:8 e 11-16; II Coríntios 5:14-21; Atos 6:1-7; I Timóteo 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Colossenses 2:19; Mateus 25:31-36 |<br />
</strong><br />
<strong>18 - O Dom de Profecia<br />
</strong><br />
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Hebreus 1:1-3; Apocalipse 12-17; 19:10<br />
</strong><br />
<strong>19 - A Lei de Deus |<br />
</strong><br />
Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Êxodo 20:1-17; Mateus 5:17; Deuteronômio 28:1-14; Salmos 19:7-13; João 14:15; Romanos 8:1-4; I S. João 5:3; Mateus 22:36-40; Efésios 2:8 </strong></p>
<p><strong>20 - O Sábado </strong></p>
<p>O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Hebreus 4:1- 11; Deuteronômio 5:12-15; Isaías 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Levítico 23:32; Marcos 2:27 e 28 |<br />
</strong><br />
<strong>21 - Mordomia </strong></p>
<p>Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Gênesis 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Malaquias 3:8-12; Mateus 23:23; I Corintios 9:9-14 </strong></p>
<p><strong>22 - Conduta Cristã<br />
</strong><br />
Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar.<br />
<strong>› Razões b íblicas: I João 2:6; Efésios 5:1-13; Romanos 12:1 e 2; I Coríntios 6:19 e 20; 10:31; I Timóteo 2:9 e 10; Levítico 11:1-47; II Coríntios 7:1; I Pedro 3:1-4; II Coríntios 10:5; Filipenses 4:8<br />
</strong><br />
<strong>23 - Matrimônio e Família </strong></p>
<p>O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos da mensagem final do evangelho.<br />
<strong>› Razões b íblicas: Gênesis 2:18-25; Deuteronômio 6:5-9; João 2:1-11; Efésios 5:21-33; Mateus 5:31 e 32; 19:3-9; Provérbios 22:6; Efésios 6:1-4; Malaquias 4:5 e 6; Marcos 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Coríntios 7:10 e 11</strong> </p>
<p><strong>24 - O Ministério de Cristo no Santuário Celestial </strong></p>
<p>Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Hebreus 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Daniel 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Números 14:34; Ezequiel 4:6; Malaquias 3:1; Levítico 16; Apocalipse 14:12; 20:12; 22:12<br />
</strong><br />
<strong>25 - A Segunda Vinda de Cristo</strong> </p>
<p>A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tessalonicenses 4:16 e 17; I Coríntios 15:51-54; II Tessalonicenses 2:8; Mateus 24; Marcos 13; Lucas 21; II Timóteo 3:1- 5; Joel 3:9-16; Hebreus 9:28<br />
</strong><br />
<strong>26  Morte e Ressurreição </strong><br />
O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde.<br />
<strong>› Razões bíblicas: I Timoteo 6:15 e 16; Romanos 6;23; I Cor. 15:51-54; Eclesiastes 9:5 e 6; Salmos 146:4; I Tessalonicenses 4:13-17; Romanos 8:35-39; João 5:28 e 29; Apocalipse 20:1-10; João 5:24<br />
</strong><br />
<strong>27  O Milênio e o Fim do Pecado</strong><br />
O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.<br />
<strong>› Razões bíblicas: Apocalipse 20; Zacarias 14:1-4; Jeremias 4:23-26; I Coríntios 6; II Pedro 2:4; Ezequiel 28:18; II Tessalonicenses 1:7-9; Apocalipse 19:17, 18 e 21 </strong></p>
<p><strong>28 - A Nova Terra<br />
</strong><br />
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém.<br />
<strong>› Razões bíblicas: II Pedro 3:13; Gênesis 17:1-8; Isaías 35; 65:17-25; Mateus 5:5; Apocalipse 21:1-7; 22:1-5; 11:15</strong></p>
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		<title>Curvando-se</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 02:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Max Lucado]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Ao nome de Jesus se dobre todo joelho.” Filipenses 2:9-10.
Os empregados opõem-se à teimosia. Ulrich Zwingli manifestou tal mentalidade. Ele promoveu a união durante a Grande Reforma da Europa. Em certo ponto ele se encontrou em desacordo com Martin Luther. Zwingli não sabia o que fazer. Ele encontrou sua resposta em uma manhã ao lado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:eIhOhkoFDPBx-M:http://img.olhares.com/data/big/194/1946787.jpg" class="alignleft" width="141" height="131" /></p>
<p>“Ao nome de Jesus se dobre todo joelho.” Filipenses 2:9-10.</p>
<p>Os empregados opõem-se à teimosia. Ulrich Zwingli manifestou tal mentalidade. Ele promoveu a união durante a Grande Reforma da Europa. Em certo ponto ele se encontrou em desacordo com Martin Luther. Zwingli não sabia o que fazer. Ele encontrou sua resposta em uma manhã ao lado de uma montanha suíça. Ele viu duas cabras atravessando um estreito caminho em direções opostas, uma subindo, a outra descendo. Em um ponto a estreita trilha impedia que elas passassem uma pela outra. Quando viram uma a outra, elas foram para trás e abaixaram suas cabeças, como se estivessem prontas para dar o bote. Mas então uma coisa maravilhosa aconteceu. A cabra que estava subindo deitou-se na trilha. A outra pisou em suas costas. O primeiro animal levantou-se e continuou sua subida para o topo. Zwingli observou que essa cabra conseguiu ir para cima porque estava disposta a curvar-se. </p>
<p>O mesmo não aconteceu com Jesus? “Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra”.</p>
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		<title>A prisão da falta</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 02:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Max Lucado]]></category>

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		<description><![CDATA[“A vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens&#8221;. Lucas 12:15.
Você está na prisão? Você está se você se sente melhor quando você tem mais e pior quando tem menos. Você está se a alegria está a uma remessa de distância, a uma transferência de distância, a um prêmio de distância, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens&#8221;. Lucas 12:15.</p>
<p>Você está na prisão? Você está se você se sente melhor quando você tem mais e pior quando tem menos. Você está se a alegria está a uma remessa de distância, a uma transferência de distância, a um prêmio de distância, ou a uma renovação de distância. Se sua felicidade vem de algo que você deposita, dirige, bebe ou digere, então encare – você está na prisão, na prisão da falta. </p>
<p>Essa é a má notícia. A boa notícia é que você tem uma visita. E sua visita tem uma mensagem que pode deixá-lo em liberdade condicional. Vá até a recepção. Sente-se na cadeira e olhe para o outro lado da mesa ao salmista Davi. Ele faz um gesto para você inclinar-se para frente. “Tenho um segredo para contar-lhe”, ele sussurra, “o segredo da satisfação. ‘O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.’” (Salmos 23:1). </p>
<p>É como se ele estivesse dizendo, “O que eu tenho em Deus é maior do que eu não tenho na vida”. </p>
<p>Você acha que você e eu poderíamos aprender a dizer o mesmo?</p>
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		<title>Como Resgatar Ex-Adventistas</title>
		<link>http://www.pauloreina.com/2008/08/10/como-resgatar-ex-adventistas/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 06:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Evangelismo]]></category>

		<category><![CDATA[adventista]]></category>

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		<description><![CDATA[Como família, o que podemos fazer para ajudar nossos irmãs e irmãs que estão distante do Pai a retornarem para Seus braços de amor? Onde temos falhado como instituição? Onde podemos melhorar para que os que são batizados sintam prazer em permanecer entre nós? O que fazer para trazer de volta aqueles que um dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como família, o que podemos fazer para ajudar nossos irmãs e irmãs que estão distante do Pai a retornarem para Seus braços de amor? Onde temos falhado como instituição? Onde podemos melhorar para que os que são batizados sintam prazer em permanecer entre nós? O que fazer para trazer de volta aqueles que um dia estavam aqui com a gente?</p>
<p>Encontrei um excelente material sobre este assunto, o qual foi compilado por um dos maiores evangelistas do nosso País - o Pr. Emílio Abdala (IAENE).</p>
<p>Buscando as Ovelhas Perdidas</p>
<p>Tipos de afastados difíceis de resgatar:</p>
<p>1 – Ex-empregados de Instituições Adventistas – Por alguma razão, uma instituição se torna impessoal. Não é prudente encorajar novos membros a se empregarem em instituições. Eles perdem o amor e o toque pessoal da igreja, pois a instituição se relaciona mais na base comercial.</p>
<p>2 – Ex-professores – Um dos mais difíceis tipos. Geralmente são frios e calculistas. Pessoas nessa categoria não se convencem com argumentos doutrinais.</p>
<p>3 – Profissionais da saúde – O treinamento acadêmico, a irregularidade de tempo, a pressão do dever, a associação com o mundo e a prosperidade financeira desgastam a sua conexão com a igreja. Os que sobrevivem a tudo isso se tornam dedicados membros da igreja, mas muitos decidem não mais pertencer à ela. São difíceis de se aproximar porque são sempre ocupados.</p>
<p>4 – Neuróticos espirituais – Alguns se tornam obstinados pela pseudopsicologia, espiritismo, mania por tratamentos naturais, pentecostalismo, sonhos e visões. Não se pode fazer muito por eles. Alguns abandonam suas excentricidades e voltam à normalidade, mas uma vez conectados à igreja, podem criar danos à harmonia dos membros.</p>
<p>5 – Financeiramente prósperos – Alguns caem nos tentáculos da prosperidade e associações comerciais. Tornam-se orgulhosos e de “nada têm falta”. Seu ouro é seu deus. Pouco se pode fazer por eles até que as circunstâncias os levem à necessidade.</p>
<p>6 – Intelectualmente orgulhosos – Alguns são jactanciosos de seu ceticismo, suas dúvidas e sua habilidade de encurralar o pregador em uma discussão. Argumentar é perda de tempo, pois são firmes em suas opiniões.</p>
<p>7 – Facções independentes – Provavelmente sejam ex-obreiros ou líderes da igreja. Saíram pelo orgulho e rebelião e tiveram grande satisfação em lutar contra a igreja.</p>
<p>Tipos facilmente resgatáveis</p>
<p>1 – Ex-pastores – Alguns tiveram uma queda moral e se entregaram temporariamente aos laços do pecado, mas eles ainda amam a verdade em sua totalidade. Mesmo que não consigam retornar ao antigo status, apreciarão aceitação e perdão.</p>
<p>2 – Ex-colportores e professores de escolas adventistas – Os problemas de ambos são os mesmos: as dificuldades financeiras os deixaram amargurados ou os desanimaram a permanecer na igreja. Ainda crêem nas doutrinas, mas necessitam perceber nosso amor e interesse por seu retorno.</p>
<p>3 – Jovens provenientes de lares divididos – Crianças batizadas na idade entre 9 a 12 anos, ao envelhecerem abandonam a igreja, não por terem sido mal doutrinadas, mas pela atuação em seu lar. Eles raramente perdem seu amor pela verdade. Depois de provar as atrações do mundo, eles descobrem a sua nulidade e anseiam pelo conforto e segurança da igreja.</p>
<p>4 – Os casados com infiéis – Casamento com pessoas que não possuem a mesma esperança é um dos maiores fatores que expandem as fileiras dos apostatados. Alguns saem por causa dos laços naturais que esse envolvimento traz: compromisso em matéria de recreação; descuido na observância do sábado; rebaixamento nos padrões de vestuário, etc. Por algum tempo são indiferentes e frios, mas sempre vêm momentos em que caem em si: “Ei, o que está ocorrendo comigo?”. Há também o problema de mães solteiras que necessitam de compreensão e não de condenação.</p>
<p>5 – Mães de crianças recém-nascidas – Esse é um período em que perdemos muitas mulheres da igreja. Durante a gravidez ela se sente desconfortável, e quando o bebê nasce aumentam os cuidados. Na igreja o bebê chora consideravelmente. Se a igreja é pequena, muitos sugerem: “Por que não leva o bebê para fora? Ele está perturbando o culto”. Frustrada, ela diz, “só voltarei quando o Alfredinho tiver idade para ficar na Escola Sabatina”. Logo ela se afasta, não porque não crê na profecia das 2.300 dias, por exemplo, mas por falta de ajuda dos membros. Elas são fáceis de resgatar pois querem seus filhos na igreja.</p>
<p>6 – Pessoas com problemas de trabalho aos sábados – Muitos saíram em tempo de crise relacionada ao trabalho aos sábados. Talvez um pai preocupado com seus débitos se enfraqueça quando ameaçado com a perda do emprego. Eles ainda amam a mensagem e pretendem retornar quando estiverem “equilibrados financeiramente”.</p>
<p>7 – Pessoas que experimentaram queda moral – Às vezes a igreja rotula a parte inocente e a parte culpada em um problema moral. Então a parte culpada sente que há pouca esperança de ser reconciliado com a igreja novamente a despeito da convicção que possam ter.</p>
<p>8 – Vítimas de hábitos – Álcool, tabagismo ou drogas. Eles são fracos. Somente a bondade e amor podem resgatá-los de volta. Deixe-os saber que você confia nele e continuará orando por seu restabelecimento. Fortaleça-os com o pensamento de que Deus é poderoso – 1Cor. 10:13.</p>
<p>9 – Pessoas do tipo “Filho Pródigo” – Crêem nas doutrinas, mas desejaram experimentar o mundo. Faça-os saber do amor que a igreja tem por eles e que quando eles estiverem prontos para voltar serão bem recebidos. Aguarde até que tenham “gasto tudo”. Se são jovens, vocês poderão ganhá-los com um vigoroso programa recreativo e espiritual em sua igreja. Não torne a religião sem atrativos, enfatizando apenas os “nãos”, mas seja criativo em novas formas de envolvê-los.</p>
<p>Sugestões para visitação</p>
<p>Após se apresentar àqueles que receberão sua visita de maneira sincera, calorosa e amigável, você poderá introduzir o assunto com uma série de perguntas, como as que se seguem:<br />
1. Que trabalho você faz? Gosta do que faz?<br />
2. Mora aqui há muito tempo?<br />
3. Quantos filhos você tem?<br />
4. Você já foi um dia membro de nossa igreja?<br />
5. Onde?<br />
6. Quanto tempo você freqüentou a igreja?<br />
7. Ainda crê na mensagem pregada pela Igreja Adventista?<br />
8. Já pensou em voltar algum dia para a igreja?<br />
9. Há algo que o impede de retornar?<br />
10. Não é prudente adiar o seu regresso, não é verdade? Com crianças tão lindas como essas, que grande responsabilidade a sua de educa-las nos caminhos de Deus! Quanto mais você esperar, menos serão as chances de ajudá-las a se entregarem a Jesus. Quero convidá-lo para um programa especial (ou reunião evangelística) neste sábado.</p>
<p>O que “fazer” e o que “não fazer” ao trabalhar com ex-adventistas</p>
<p>1. Vá logo ao ponto – Instintivamente ele já sabe a que você veio e se sente desconfortável com os rodeios. Quanto mais cedo você for ao ponto, menor o período de tensão. Você se sente à vontade conversando com um médico com uma seringa na mão?</p>
<p>2. Permita que a amargura venha à tona – Ele está sobrecarregado com rancores e mágoas longamente retidas. Ele culpa a igreja por injustiças reais ou imaginárias, sua mágoa é contra o presidente ou o ex-pastor. Ouça de maneira gentil; ouça com interesse. Diga-lhe, “se eu estivesse em seu lugar e tivesse sido tratado assim, eu me sentiria como você”. Quando ele percebe que você está do mesmo lado, começa a se desarmar.</p>
<p>3. Não defenda ninguém – Não importa quem ou o que o afastado ataque, não defenda ninguém. No momento em que você defende alguém, automaticamente, a mente dele identifica você como seu inimigo. A partir deste ponto você se torna impotente para ajudá-lo.</p>
<p>4. Não traia a confiança do ex-membro – Não dê publicidade ao que ele lhe falou. Melhor não repetir certas coisas, pois se ele descobrir que você vazou confidências, nunca mais confiará em você nem na igreja.</p>
<p>5. Não demore – Há momentos em que precisa ouvir uma longa história de decepção. Mas normalmente 15 ou 20 minutos são suficientes. Se respeitar esta regra, as portas se abrirão para você na próxima vez.</p>
<p>6. Sempre conclua sua visita com uma oração – Não pergunte se ele deseja uma oração. Diga-lhe: “Bem, preciso ir. Mas antes de partir, vamos fechar os olhos para uma oração?”<br />
Sugestões de frases a serem usadas na oração:<br />
“Ajude-o a não se demorar muito neste mundo, mas a estar na arca quando o dilúvio chegar”.<br />
“Perdoa-nos pela dor que nós como igreja lhe causamos, e ajude-o a reconhecer que o amamos e aguardamos o seu retorno”.<br />
“Senhor, desejo que suas crianças estejam seguras em seguir os seus passos, e que esses passos estejam na direção da vontade de Deus”.</p>
<p>7. Faça um breve convite para as reuniões evangelísticas ou para a Escola Sabatina – Não tente forçá-la a prometer que irá. A visitação deverá ocorrer de forma casual e amigável.</p>
<p>8. Saia imediatamente após a oração – Não demore. Cada minuto gasto no lar após a oração final desfaz o efeito de sua visita. Isso é vital!</p>
<p>Não faça!</p>
<p>1. Não tente arranjar uma série de estudos bíblicos – Muitos tomam isso como afronta, pois já conhecem as doutrinas. O que necessitam é de amor e reconversão. Reconduzi-los a uma reunião evangelística ou a Escola Sabatina é a melhor maneira de ganhá-los.</p>
<p>2. Não aceite dinheiro do ex-membro – Muitos confirmam a idéia de que o que realmente queremos é o seu apoio financeiro para a igreja. A exceção é o dízimo. Se ele quer devolver o dízimo, entregue-lhe o recibo.</p>
<p>3. Não argumente sobre normas da igreja – Apenas peça que ele ore sobre essas coisas e peça a Deus para tornar o assunto claro. A oração muda corações de tal maneira que os argumentos são impotentes de fazê-lo.</p>
<p>Procedimentos pós-visitação</p>
<p>1. De tempo em tempo telefone para o ex-membro mantendo-o informado sobre os interessantes eventos da igreja. Mas não o incomode com chamadas fora de hora ou extensas.</p>
<p>2. Aproveite a aproximação de eventos importantes como desculpa para visitá-lo para um convite. Ofereça-lhe transporte ou marque um horário para irem juntos.</p>
<p>3. Peça a alguém da mesma idade ou do mesmo grupo social (profissão) para se aproximar do ex-membro.</p>
<p>4. Ajude-o a solucionar problemas que dificultam a sua assistência à igreja:<br />
a. Alguém que cuide dos seus filhos em casa ou no lar<br />
b. Transporte aos que moram distantes<br />
c. Assistência a algum doente sob seu cuidado que o impede de ir à igreja.</p>
<p>5. Ocasionalmente, leve em sua casa um livro, um pão integral, buquê de flores ou uma cesta de frutas.</p>
<p>6. Após se tornar familiar com ele, envie-lhe cartões de aniversário ou de ocasiões especiais.</p>
<p>7. Faça-lhe uma assinatura da revista Revista Adventista.</p>
<p>8. Ex-membros raramente resistem a um apelo de entrega após um período de contínua oração intercessória em seu favor.</p>
<p>O que pode ser feito:</p>
<p>1 – Comece imediatamente um programa de visitação aos desaparecidos ou ex-membros.</p>
<p>2 – Implemente o programa de Pequenos Grupos para promover o companheirismo, estudo da Bíblia e oração.</p>
<p>3 – Organize um forte programa de visitação, com anciãos e diáconos regularmente visitando os membros designados a eles.</p>
<p>4 – Fortaleça o ministério do ensino na Escola Sabatina</p>
<p>5 – Descubra uma liturgia mais rica com muitos cânticos congregacionais, testemunhos e cultura da Bíblia.</p>
<p>6 – Mude o sistema de Transferência de membros. Não deixe a iniciativa de pedir a carta para o membro somente.</p>
<p>7 –Não enfatize ensinos que são mais baseados em cultura do que na Bíblia.</p>
<p>::::::::::::::::::::::</p>
<p>Colocando em prática estes princípios, teremos a alegria de vermos muitos retornando para a Casa de Deus.</p>
<p>&#8220;&#8230; Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou&#8221; (Lucas 15:20).</p>
<p>Fonte: <a href="http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/">Blog do Gilson Medeiros</a></p>
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		<item>
		<title>As origens da raiva</title>
		<link>http://www.pauloreina.com/2008/08/10/as-origens-da-raiva/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 06:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Max Lucado]]></category>

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		<description><![CDATA[
“O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e se sentiu rejeitado” (Gênesis 4:4-5 – tradução livre) (ênfase do Max).
Interessante. Este é o primeiro aparecimento da raiva na Bíblia. Ela vai aparecer inesperadamente algumas quatrocentas vezes mais entre aqui e os mapas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://nunofrc.my1blog.com/files/2007/12/raiva.jpg" class="alignleft" width="300" height="284" /></p>
<p>“O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e se sentiu rejeitado” (Gênesis 4:4-5 – tradução livre) (ênfase do Max).</p>
<p>Interessante. Este é o primeiro aparecimento da raiva na Bíblia. Ela vai aparecer inesperadamente algumas quatrocentas vezes mais entre aqui e os mapas atrás, mas aqui é o primeiro momento. Ela pára no meio-fio e sai do carro, e olhe quem está no banco da frente com ela – a rejeição. Raiva e rejeição na mesma frase.</p>
<p>Não é a única vez que o par tem lugar nas Escrituras. A raiva queima várias páginas. E mais de uma vez a rejeição é acusada do incêndio premeditado.</p>
<p>Os filhos de Jacó foram rejeitados por seu pai. Ele mimou José e os negligenciou. O resultado? Os irmãos ficaram com raiva. “Quando os seus irmãos viram que o pai gostava mais dele do que de qualquer outro filho, odiaram-no e não conseguiam falar com ele amigavelmente” (Gênesis 37:4 – NVI).</p>
<p>Saul foi rejeitado por seu povo. Em escolher heróis, eles escolheram o ruivo Davi ao invés do rei nomeado. O resultado? Saul foi censurado. “As mulheres dançavam e cantavam: Saul matou milhares, e Davi, dezenas de milhares. Saul ficou muito irritado” (1 Samuel 18:7-8 – NVI).</p>
<p>O trabalho de Davi foi rejeitado por Deus. Seu plano de transportar a arca da aliança em carroça não agradou o Pai. E quando Uzá tocou o que não deveria ter tocado, “Deus o feriu, e ele morreu” (2 Samuel 6:7 – NVI). Antes de Davi ficar com medo, ele se irritou. “Davi ficou contrariado porque o Senhor, em sua ira, havia fulminado Uzá” (2 Samuel 6:8 – NVI).</p>
<p>E Jonas. O camarada que teve um problema do tamanho de uma baleia por causa da raiva. (Desculpe, não pude resistir). Ele não achava que os ninivitas fossem merecedores de misericórdia, mas Deus achava. Por perdoá-los, Deus rejeitou a opinião de Jonas. E como a rejeição fez Jonas se sentir? “Jonas, porém, ficou profundamente descontente com isso e enfureceu-se” (Jonas 4:1 – NVI).</p>
<p>Eu não quero simplificar demais uma emoção complexa. A raiva tem muitas causas: impaciência, expectativas que não se realizaram, estres, árbitros que não podem ver obstrução mesmo se você o retratasse nas portas de suas garagens – oops, desculpe, um flashback de um jogo de futebol americano do colégio. O fogo da raiva tem muitos troncos, mas segundo relatos bíblicos, o bloco de madeira mais quente e mais grosso é a rejeição.</p>
<p>Se a rejeição causa a raiva, a aceitação não a curaria?</p>
<p>Se a rejeição do céu faz você ficar bravo com os outros, a aceitação do céu não comoveria o seu amor por eles? Este é o princípio 7:47. Lembra o versículo? “Aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama” (Lucas 7:47). Podemos substituir a palavra perdoado por aceito e manter a integridade da passagem. “Aquele que é pouco aceito, pouco ama”. Se pensarmos que Deus é cruel e injusto, adivinhe como vamos tratar as pessoas. Cruel e injustamente. Mas se descobrirmos que Deus nos encharcou com amor incondicional, faria diferença?</p>
<p>Podemos aprender uma lição com T. D. Terry. Há muitos anos atrás, um trabalho estressante o causava ataques de raiva diários. Sua filha, ao ouvir contá-los anos mais tarde, reagiu com surpresa. “Eu não me lembro de nenhuma raiva durante esses anos”.</p>
<p>Ele perguntou se ela se lembrava da árvore – aquela que ficava perto da entrada mais ou menos metade do caminho entre o portão e a casa. “Lembra como ela era alta? Depois perdeu alguns galhos? E depois de algum tempo não havia nada mais que um toco?”</p>
<p>Ela lembrava.</p>
<p>“Era eu,” T. D. explicou. “Eu descontava minha raiva na árvore. Eu a chutava. Eu levava um machado até ela. Eu cortava os galhos. Eu não queria chegar em casa furioso, então deixava minha raiva na árvore.”</p>
<p>Vamos fazer o mesmo. Na verdade, vamos um passo mais adiante. Melhor do que descontar nossa raiva em uma árvore no jardim, vamos descontar nossa raiva na árvore do monte. Deixe sua raiva no monte do Calvário. Quando outras pessoas o rejeitarem, deixe Deus aceitá-lo. Ele canta sobre você. Beba um grande gole do Seu amor ilimitado, e acalme-se.</p>
<p>“O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e se sentiu rejeitado” (Gênesis 4:4-5)</p>
<p>Max Lucado</p>
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		<title>Livros de Ellen G. White em português</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 18:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ellen G. White]]></category>

		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Adultério, Divórcio e Novo Casamento , 1984. Compilação de artigos feita pelo White Estate e traduzida ao português pelo Centro de Pesquisas Ellen G. White.
Atos dos Apóstolos , 1957. Apresenta a história dos pioneiros cristãos durante o tempo do Novo Testamento.
Batalha Final, A , 1989.
Beneficência Social , 1964. Um guia sobre como fazer a evangelização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pauloreina.com/wp-content/uploads/2008/08/a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_.jpg"><img src="http://www.pauloreina.com/wp-content/uploads/2008/08/a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_-150x150.jpg" alt="" title="a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_" width="150" height="150" class="alignright size-thumbnail wp-image-10" /></a></p>
<p>Adultério, Divórcio e Novo Casamento , 1984. Compilação de artigos feita pelo White Estate e traduzida ao português pelo Centro de Pesquisas Ellen G. White.</p>
<p>Atos dos Apóstolos , 1957. Apresenta a história dos pioneiros cristãos durante o tempo do Novo Testamento.</p>
<p>Batalha Final, A , 1989.</p>
<p>Beneficência Social , 1964. Um guia sobre como fazer a evangelização dos vizinhos e o ministério entre os pobres e necessitados.</p>
<p>Caminho a Cristo (Vereda de Cristo, Vida Abundante, Paz na Tempestade). Um clássico de Ellen White sobre como alcançar a salvação e como ter uma vida cristã na prática.</p>
<p>Cartas a Jovens Namorados . Cartas de aconselhamento escritas a jovens enamorados.</p>
<p>Ciência do Bom Viver, A , 1947. Instruções sobre os princípios do viver saudável, remédios naturais, cuidado de doentes, como viver uma vida cristã positive, e como exercer um ministério sobre outros.</p>
<p>Colportor Evangelista, 0 , 1953. Um guia para os colportores evangelistas.</p>
<p>Conselhos a Professores, Pais e Estudantes , 1947. Conselhos sobre como desenvolver uma educação de excelência, a tarefa dos pais, professores, estudantes e outros assuntos.</p>
<p>Conselhos aos Idosos , 2003. Um guia de conselhos práticos para pessoas idosas extraído de cartas, manuscritos, livros e artigos de periódicos.</p>
<p>Conselhos Sobre a Escola Sabatina , 1940. Conselhos úteis para líderes e demais membros sobre escola sabatina.</p>
<p>Conselhos Sobre Educação , 1976. 26 artigos selecionados dos nove volumes dos Testemonies.</p>
<p>Conselhos Sobre Mordomia . Filosofia e princípios que devem guiar os cristãos ao tratarem assuntos relacionados a dinheiro e propriedades.</p>
<p>Conselhos Sobre o Regime Alimentar . Como a sua dieta pode estar inteiramente relacionada a um viver mais saudável.</p>
<p>Conselhos Sobre Saúde, 1971. Conselhos sobre princípios de saúde, dietas, atividades físicas, clínicas naturalistas, o trabalho dos médicos e enfermeiros.</p>
<p>Cristo em Seu Santuário , 1969.</p>
<p>Cristo Triunfante - Meditações Matinais de 2002.</p>
<p>Desejado de Todas as Nações, 0 , 1943. É um clássico de Ellen White sobre a vida e o ministério de Jesus.</p>
<p>Educação , 1937. Princípios bíblicos sobre educação direcionados aos pais e professores.</p>
<p>Este Dia Com Deus - Meditações Matinais de 1980.</p>
<p>Evangelismo , 1959. Um guia para evangelismo pessoal e público.</p>
<p>Eventos Finais, 1993. Este livro traz uma mensagem de advertência concernente ao tempo do fim.</p>
<p>Exaltai-o - Meditações Matinais de 1992.</p>
<p>Fé e Obras . 19 sermões e artigos de Ellen White sobre o tema justificação pela fé.</p>
<p>Fé Pela Qual Eu Vivo, A - Meditações Matinais de 1959.</p>
<p>Filhos e Filhas de Deus - Meditações Matinais de 1956.</p>
<p>Fundamentos da Educação Cristã , 1976. 74 artigos selecionados e em ordem cronológica de 1872 a 1915 sobre educação cristã.</p>
<p>Grande Conflito, O , 1923. Inicia na história da destruição de Jerusalém, e segue num amplo escopo, discorrendo os assuntos mais importantes do conflito entre Cristo e Satanás como foram vistos na história da igreja cristã até os nossos dias como serão no futuro, baseado no que a Bíblia diz que vai acontecer.</p>
<p>História da Redenção . A história da grande controvérsia desde a queda de Lúcifer até o fim dos tempos, compilado em volume único. Extraído dos livros Spirit of Prophecy , vols. I, III, e IV, Early Writings (Primeiros Escritos) , e de um artigo.</p>
<p>Igreja Remanescente, A , 1974. Conselhos relevantes sobre a igreja remanescente.</p>
<p>Lar Adventista, O . São abordados temas importantes como o casamento, construindo o lar, o cuidado e edificação da família e outros.</p>
<p>Lar Sem Sombras . Versão resumida do livro The Adventist Home (O Lar Adventista).</p>
<p>Liderança Cristã , 1988.</p>
<p>Lugares Celestiais, Nos - Meditações Matinais de 1968.</p>
<p>Maior Discurso de Cristo, O , 1953. Oferece um estudo de versos-chaves do Sermão da Montanha. Estão incluídas as bem-aventuranças, a Oração do Senhor e outras instruções de Jesus para a nossa vida atual como cidadãos do Seu reino.</p>
<p>Maranata - O Senhor Vem! - Meditações Matinais de 1977.</p>
<p>Maravilhosa Graça de Deus, A - Meditações Matinais de 1974.</p>
<p>Medicina e Salvação , 1973. Conselhos a médicos cristãos e o trabalho em instituições médicas adventistas.</p>
<p>Melhor da Vida, O (versão simplificada de A Ciência do Bom Viver )</p>
<p>Mensagens aos Jovens . Conselhos úteis para os jovens.</p>
<p>Mensagens Escolhidas , vol. I, 1966. Conselhos sobre vários assuntos como a inspiração dos escritores inspirados, reavivamento e reforma, o Alfa e o Ômega, Cristo nossa justiça, etc.</p>
<p>Mensagens Escolhidas , vol. II, 1967. Instrui sobre assuntos como os falsos profetas, sociedades secretas, seguro de vida, o uso de drogas, a questão do serviço militar, o futuro da igreja, etc.</p>
<p>Mensagens Escolhidas , vol. III, 1987. Inclui explicações sobre como os livros de Ellen White foram preparados, a idade ideal de crianças ingressarem na escola, a linha do tempo, a Conferência Geral de Mineápolis em 1888, e os últimos dias.</p>
<p>Mente, Caráter e Personalidade , vol. I. Um amplo leque de conselhos sobre o cristão e a psicologia, respeito próprio, sexualidade humana e outros.</p>
<p>Mente, Caráter e Personalidade , vol. II, 1989. Conselhos adicionais sobre a relação entre corpo e mente, métodos danosos de terapia personalidade saudável e outros.</p>
<p>Minha Consagração Hoje - Meditações Matinais de 1953.</p>
<p>Nossa Alta Vocação - Meditações Matinais de 1962.</p>
<p>Obra Daquele Outro Anjo, A , 1974. Seleções do livro O Colportor Evangelista .</p>
<p>Obreiros Evangélicos , As atribuições que os cristãos devem possuir e as qualidades que devem desenvolver no trabalho evangelístico.</p>
<p>Olhando Para O Alto - Meditações Matinais de 1983.</p>
<p>Orientação da Criança . Como cuidar das crianças, educá-las e formá-las.</p>
<p>Parábolas de Jesus , 1954. Um volume associado ao O Desejado de Todas as Nações que apresenta as parábolas de Jesus em uma luz mais recente, mostrando a aplicação à vida cristã hoje.</p>
<p>Para Conhecê-Lo - Meditações Matinais de 1965.</p>
<p>Patriarcas e Profetas , 1929. Descreve a história desde o início em Gênesis até o reinado de Davi.</p>
<p>Primeiros Escritos , 1967. O primeiro livro de Ellen White publicado inicialmente em 1851, 1854 e 1858.</p>
<p>Profetas e Reis , 1961. Descreve a história do Antigo Testamento desde a vida do rei Salomão até o ultimo livro profético.</p>
<p>Recebereis Poder, E - Meditações Matinais de 1999.</p>
<p>Refletindo a Cristo - Meditações Matinais de 1986.</p>
<p>Santificação . Artigos publicados na Review and Herald em 1881, e também em Christian Living.</p>
<p>Serviço Cristão . Como os indivíduos ou igrejas podem ter uma atuação mais eficaz no serviço cristão.</p>
<p>Temperança , 1969. Traz os seguintes temas: &#8220;A filosofia da intemperança&#8221;, &#8220;O Álcool e a Sociedade&#8221;, &#8220;Fumo&#8221;, &#8220;Reabilitar os Intemperantes”, etc.</p>
<p>Testemunhos para a Igreja , vol. I, 1954. Conselhos de Ellen White contendo conselhos espirituais de natureza geral, e que cobrem uma grande variedade de situações – incluindo muitas cartas pessoais escritas a membros da igreja. Compreende os Testimonies número 1-14, escritos de 1855 a 1868, e 100 páginas de um resumo autobiográfico da autora.</p>
<p>Testemunhos para a Igreja , vol. II, 1954. Compreende os Testimonies número 15-20, escritos de 1868 a 1871.</p>
<p>Testemunhos para a Igreja , vol. III, 1954. Compreende os Testimonies número 21-25, escritos de 1872 a 1875.</p>
<p>Testemunhos para a Igreja , vol. IV, 2003. Compreende os Testimonies número 26-30, escritos de 1876 a 1881.</p>
<p>Testemunhos para a Igreja , vol. V, 2004. Compreende os Testimonies número 31, 32, e 33, originalmente publicados em 1882, 1885, e 1889.</p>
<p>Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos . Conselhos inicialmente publicados como panfletos e em artigos de periódicos, particularmente o Special Testimonies , Series A (1892-1897) e Special Testimonies , Series B (1903-1913).</p>
<p>Testemunhos Seletos , vol. I (Edição Mundial).</p>
<p>Testemunhos Seletos , vol. II (Edição Mundial).</p>
<p>Testemunhos Seletos , vol. III (Edição Mundial).</p>
<p>Testemunhos Sobre Conduta Sexual, Adultério e Divórcio , 2002. Preparado especialmente para administradores e ministros da igreja que precisam lidar com questões de conduta imoral.</p>
<p>Verdade Sobre os Anjos, A , 1998. Uma compilação de declarações de Ellen White seguindo uma seqüência bíblica de eventos revelando a atividade de anjos.</p>
<p>Vida e Ensinos , 1934. Apresenta a vida e escritos de Ellen White.</p>
<p>Vida no Campo . As vantagens da vida em contato com a natureza.</p>
<p>Vidas Que Falam - Meditações Matinais de 1971.</p>
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		<title>Quem foi Ellen G. White</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 18:05:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ellen G. White]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ellen G. Harmon nasceu em Gorham, Maine, dia 26 de novembro de 1827 na família de Roberto e Eunice Harmon. Ela, junto com sua irmã gêmea Elizabeth, eram as mais jovens de um grupo de oito irmãos. 
Logo no começo de sua adolescência, Ellen e a sua família aceitaram as interpretações bíblicas de um fazendeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pauloreina.com/wp-content/uploads/2008/08/ellenwhite.jpg"><img src="http://www.pauloreina.com/wp-content/uploads/2008/08/ellenwhite-150x150.jpg" alt="" title="ellenwhite" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-7" /></a></p>
<p>Ellen G. Harmon nasceu em Gorham, Maine, dia 26 de novembro de 1827 na família de Roberto e Eunice Harmon. Ela, junto com sua irmã gêmea Elizabeth, eram as mais jovens de um grupo de oito irmãos. </p>
<p>Logo no começo de sua adolescência, Ellen e a sua família aceitaram as interpretações bíblicas de um fazendeiro que se tornou pregador Batista: Guillerme Miller. Junto com Miller e outros 50.000 adventistas, sofreu uma amarga decepção quando Cristo não regressou no dia 22 de outubro de 1844, a data que indica o fim da profecia dos 2.300 dias de Daniel capítulo 8. </p>
<p>Em dezembro de 1844, Deus dá a Ellen sua primeira de quase 2.000 visões e sonhos. Em agosto, 1846, casou-se com Tiago White, um ministro adventista de 25 anos com quem compartilhou a convicção de que Deus a tinha chamado para que fizesse a obra de uma profetisa. Pouco depois de se casarem, Tiago e Ellen começaram a guardar o sábado como sétimo dia, conforme o quarto mandamento de Êxodo capítulo 20. Mãe de quatro rapazes, Ellen experimentou a dor de perder por meio da morte a dois de seus filhos. Herbert morreu poucas semanas depois de nascer e Henry morreu aos 16 anos. Seus outros dois filhos, Edson e William, chegaram a ser ministros adventistas. </p>
<p>Ellen White foi uma escritora promissora. Começando em 1851, quando publicou seu primeiro livro, estende-se num volume de artigos, livros e folhetos. Entre eles alguns são puramente devocionais, enquanto outros são seleções de muitas de suas cartas pessoais com conselhos escritos na decorrência dos anos. Outros são históricos e delineiam a contínua batalha entre Cristo e Satanás pelo controle dos indivíduos e das nações. Também publicou livros sobre educação, saúde e outros temas de especial importância para a igreja. Depois de sua morte publicaram cerca de 50 compilações, na sua maioria materiais que não se tinham publicado com anterioridade. É autora de vários milhares de artigos que foram publicados, com o decorrer dos anos, nas revistas &#8220;Review and Herald&#8221;, &#8220;Signs of the Times&#8221;, e outros jornais Adventistas do Sétimo Dia da época.</p>
<p>Não obstante sua timidez, Ellen White se converteu eventualmente num oradora pública muito popular. Isso não só nos Estados Unidos, senão também na Europa e Austrália. Demandava-se sua presença não só em reuniões adventistas, senão também em audiências não-adventistas, onde apreciavam muito seus temas sobre temperança. Durante o ano de 1876 ela falou a uma multidão estimada em 20.000 pessoas, sua maior audiência, em Groveland, Massachusetts, por mais de uma hora e sem a ajuda de um microfone. Em sua visão de 6 de junho de 1863, Ellen White recebeu instrução sobre questões relacionadas à saúde, como o uso de drogas, fumo, café, chá, comidas com carne, e sobre a importância do exercício, a luz do sol, o ar fresco, e o auto-controle na dieta. Seus conselhos de saúde, baseados nesta e outras visões posteriores, têm provido aos Adventistas um estilo de vida que dá como resultado que vivam uns sete anos mais do que a média de vida nos Estados Unidos.</p>
<p>Ellen White costumava ler muito. Deu-se conta de que a leitura de outros autores lhe ajudava em sua própria redação enquanto apresentava as verdades que se lhe revelavam em visão. Também o Espírito Santo lhe impressionava para que, por vezes, incluísse em seus próprios artigos e livros gemas literárias das obras de outros autores. Não pretendeu ser infalível e nem que seus escritos fossem tratados em igual forma que as Escrituras Sagradas. Ainda assim, creu firmemente que suas visões eram de origem divina e que seus artigos e livros eram produzidos sob a condução do Espírito Santo de Deus. Foi basicamente uma evangelista, e sua preocupação principal na vida era a salvação das almas.</p>
<p>Ellen White foi uma pessoa generosa e deu um bom exemplo de cristianismo prático. Por anos guardava retalhos de tecido, pois se via a uma mulher que precisava de um vestido, podia prover assistência. Em Battle Creek assistia a leilões, comprava móveis usados e os guardava; então se a casa de alguém se incendiava ou qualquer outra calamidade afetava uma família, estava preparada para ajudar. Antes que a igreja implementasse um plano de aposentadoria, se ela sabia de algum ministro ancião que estava com problemas financeiros, enviava-lhe um pouco de dinheiro para ajudá-lo a enfrentar suas necessidades mais urgentes.</p>
<p>Ellen White morreu no dia 16 de julho de 1915. Por 70 anos ela apresentou fielmente as mensagens que Deus lhe deu para seu povo. Nunca foi elegida para ocupar um cargo específico na igreja, ainda que os líderes da mesma sempre procuravam seu conselho. Frequentou a escola só até os seus 9 anos, mas suas mensagens puseram em marcha as forças que deram a luz a todo o sistema educativo mundial da Igreja Adventista. Desde as creches até as universidades. Ainda que não tinha nenhum treinamento médico, o fruto de seu ministério pode-se ver hoje na rede de hospitais e clínicas adventistas que se encontram ao redor do mundo. E ainda que não foi formalmente ordenada como ministro do evangelho, provocou um impacto espiritual sem precedentes nas vidas de milhões. Desde um extremo da terra até o outro.</p>
<p>Os livros de Ellen White continuam até o presente momento ajudando às pessoas a encontrar seu Salvador, a aceitar o perdão de seus pecados, a compartilhar esta bênção com outros, e a viver na esperança da promessa de seu cedo regresso!</p>
<p>Site de Pesquisa nos Livros de Ellen White.</p>
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		<title>Deus quer sua lista</title>
		<link>http://www.pauloreina.com/2008/08/01/deus-quer-sua-lista/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 02:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Max Lucado]]></category>

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“O amor não guarda rancor.” 1 Coríntios 13:5.
Você se lembra da história sobre o homem que foi mordido pelo cachorro? Quando ele soube que o cachorro tinha raiva, ele começou a fazer uma lista. O médico disse a ele que não havia necessidade de fazer um testamento, que a raiva poderia ser curada. “Oh, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pauloreina.com/wp-content/uploads/2008/08/bookworm2.gif"><img src="http://www.pauloreina.com/wp-content/uploads/2008/08/bookworm2-150x150.gif" alt="" title="bookworm2" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-4" /></a></p>
<p>“O amor não guarda rancor.” 1 Coríntios 13:5.</p>
<p>Você se lembra da história sobre o homem que foi mordido pelo cachorro? Quando ele soube que o cachorro tinha raiva, ele começou a fazer uma lista. O médico disse a ele que não havia necessidade de fazer um testamento, que a raiva poderia ser curada. “Oh, eu não estou fazendo um testamento,” ele respondeu. “Estou fazendo uma lista de todas as pessoas que eu quero morder”.</p>
<p>Não poderíamos todos nós fazer tal lista? Você já aprendeu, não aprendeu, que amigos não são sempre amigáveis? Vizinhos não são sempre prestativos? Alguns trabalhadores nunca trabalham, e alguns patrões são sempre mandões?</p>
<p>Você já aprendeu, não aprendeu, que uma promessa feita nem sempre é uma promessa mantida? Mesmo que eles digam “sim” no altar, pode ser que eles digam “não” no casamento.</p>
<p>Você já aprendeu, não aprendeu, que nós temos a tendência de revidar? De manter listas e mostrar os dentes e rosnar para as pessoas de quem não gostamos?</p>
<p>Deus quer sua lista. Ele quer que você deixe a lista na cruz.</p>
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